O TEXTO NO CONTEXTO COMO PRETEXTO - Para debates em família e na escola - Roberto Gameiro

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sábado, 29 de março de 2025

MENSAGEM - QUEM SÃO OS HERÓIS DE HOJE?

                      MENSAGEM DE ROBERTO GAMEIRO

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Vivemos uma época em que os valores são constantemente invertidos e subvertidos. É tão comum esperar-se das pessoas ações e reações com contravalores, que o pior virou rotina, a ponto de quando alguém age de forma natural, verdadeira e autêntica, receber elogios e, nalguns casos, ser até visto e exaltado como um herói. Um bombeiro que arrisca sua vida, num incêndio, para tirar uma criança do meio das chamas, é aclamado como   herói; nada mais justo e merecido. Entretanto, como aceitar que, na mesma noite, os participantes de um reality show sejam chamados de “heróis”? E como não aceitar, se o próprio dicionário “Aurélio” apresenta, por extensão, “herói” como “pessoa que por qualquer motivo é centro de atenções”? O bombeiro e os participantes do “reality show” cabem nessa definição. Durma-se com esse “barulho”.
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sexta-feira, 14 de março de 2025

A IMPORTÂNCIA DAS NOSSAS RAÍZES ANCESTRAIS

Roberto Gameiro

Bert Hellinger, escritor, psicoterapeuta e padre alemão (1925-2019), escreveu:

“Atrás de mim estão todos os meus ancestrais me dando força. A vida passou através deles até chegar a mim. E em honra a eles eu a viverei plenamente.” 

De geração em geração, vão sendo construídas nossas identidades, cada uma das quais traz raízes culturais e sociais das que a antecederam. Eu tenho muito dos meus pais; os meus filhos têm muito de mim e da mãe deles. Os meus netos têm muito dos avós e dos pais. 

Hoje, eu não sou o mesmo que era ontem, assim como o rio que renova suas águas enquanto busca o oceano.

A conexão com as origens permite que cada um de nós se reconheça dentro de um contexto cronológico que compreende  a transmissão de valores histórico-culturais, tradições e elementos genéticos que constituem aquisições valiosas acumuladas de geração em geração.


No mundo de hoje, em que a globalização põe à prova constantemente as identidades individuais e coletivas, é mister o sentido de pertencimento a raízes ancestrais que propicia a compreensão de onde viemos e de quem somos e valoriza e resguarda o conjunto da produção cultural das gerações precedentes.

Princípios e valores saudáveis transmitidos ao longo das gerações fortificam a nossa cognição, o que resulta em tomadas de decisão e comportamentos alinhados com o legado familiar, possibilitando a construção de um sentido de vida que valoriza a amorosidade, o respeito e a solidariedade.

Há um provérbio Chinês que diz: “Esquecer os ancestrais é como ser um riacho sem nascente, uma árvore sem raízes.”

Portanto, reconheçamos e valorizemos nossas raízes ancestrais. Assim, manteremos intensa a chama das contribuições daqueles que nos precederam e fortaleceremos as identidades individuais e coletivas do nosso tempo.

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Roberto Gameiro é Mestre em Administração com ênfase em gestão estratégica de organizações, marketing e competitividade; habilitado em Pedagogia (Administração e Supervisão); licenciado em Letras; pós-graduado (lato sensu) em Avaliação Educacional  e em Design Instrucional. Contato: textocontextopretexto@uol.com.br  

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

A MEMÓRIA SABE MAIS DE MIM QUE EU


 

Roberto Gameiro


“A memória guardará o que valer a pena. A memória sabe de mim mais que eu; e ela não perde o que merece ser salvo.” (1)


A memória humana tem características que constantemente nos surpreendem. Dizem que usamos apenas 10% da capacidade do nosso cérebro; e, ainda assim, temos um volume tal de informações armazenadas na nossa memória impossível de ser mensurado. Ela guarda aquilo que merece ser guardado; momentos importantes e expressivos das nossas vivências, aqueles que têm um valor especial para nós, são selecionados por ela e “salvos” para uso posterior, numa perfeita curadoria, e, incrível, não conseguimos saber o porquê. Na realidade, não sabemos exatamente o que sabemos, nem o quanto sabemos; mas os conhecimentos estão lá guardadinhos para serem recuperados a qualquer momento.


Essa ligação entre memória e conhecimento propicia-nos a capacidade de usufruir do que já aprendemos, e de embasar o enriquecimento da nossa cognição.


Conhecer as características de cérebro, mente, tipos de memória, informação, dados, conhecimento e saber é habilidade necessária para todos os que se pretendem pesquisadores, como forma de aumentar seus fundamentos teóricos para desenvolver uma práxis adequada ao nosso tempo.

 

Há três tipos de memória. A sensorial, a de curto prazo e a de longo prazo. Resumindo, a sensorial é a memória imediata ligada aos sentidos; a de curto prazo tem capacidade limitada e retém informações temporariamente; a de longo prazo tem a capacidade de armazenamento de informações por longo tempo, inclusive pela vida toda. Muito da memória de curto prazo se transfere para a de longo prazo. 


A memória de longo prazo tem tudo a ver com a formação do nosso caráter, da nossa personalidade, dos nossos princípios e valores; é ela que dá o tom para a formação e manutenção da nossa identidade pessoal. 


A esse volume de informações guardado na memória de longo prazo podemos chamar de “conhecimentos prévios”; são eles que “recepcionam” as novas informações que recebemos a todo momento e as acomodam entre eles fazendo o ajuste das interconexões que dão suporte à nossa cognição. É um maravilhoso universo que só Deus poderia criar.


Entretanto, cuidemos, porque se acreditarmos firmemente que uma informação falsa recebida é verdadeira, “enganaremos” o nosso cérebro, e essa informação vai “bagunçar” grande parte da nossa estrutura cognitiva, fazendo-nos pensar e agir em desacordo com o nosso caráter e nossa personalidade. 


Confúcio escreveu que “aprender sem pensar é tempo perdido”. 


Entretanto, consideremos que o que é falso para uns, pode ser realmente verdadeiro para outros, dependendo da ideologia de cada um. O que desconcerta alguns, cai como uma luva para outros. 


Aqui, nos ajuda William Shakespeare: “Há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia”.


Referência

(1) Eduardo Galeano, no livro “Dias e noites de amor e de guerra”. [tradução de Eric Nepomuceno]. Porto Alegre: L&PM Editores, 2001.


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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

MENSAGEM - VALORIZEMOS A VIRTUDE, A HONRA E A HONESTIDADE


                        MENSAGEM DE ROBERTO GAMEIRO

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No Japão, após o tsunami, a população comprava o estritamente necessário para não prejudicar o próximo. Na França, depois dos atentados terroristas, os táxis faziam corridas gratuitas. No Brasil, na greve dos caminhoneiros, a gasolina chegou a quase dez reais o litro; a alface, sete reais o maço; o saco de batatas dobrou de preço. E não é culpa apenas de maus políticos. Temos notícias da corrupção desde a época do Império. Parece que isso está impregnado no tal “jeitinho brasileiro”; afinal, “o negócio é levar vantagem em tudo; certo?” Errado. A maioria da população brasileira é constituída de pessoas do bem. Ainda bem.  Portanto, não desanimemos da virtude, valorizemos a honra e não tenhamos vergonha de sermos honestos.

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sábado, 1 de fevereiro de 2025

CONHECENDO E TRANSFORMANDO


Roberto Gameiro


Eduardo Galeano (1940-2015), jornalista e escritor uruguaio, escreveu: “A primeira condição para modificar a realidade consiste em conhecê-la.”


Realmente, a afirmação do jornalista tem tudo a ver com a verdade. O conhecimento é a primeira competência que deve ser exercida para formar a base que norteará a construção de um plano de ação que tenha o objetivo de modificar uma realidade. Ninguém modifica ou transforma algo que não conheça profundamente. O conhecimento é o alicerce sobre o qual será erigida toda a estrutura pertinente; através dele, conseguimos determinar a origem, a natureza e as características dos possíveis problemas, assim como as eventuais oportunidades e soluções. Se não houver um alicerce profundo e forte, tudo pode desmoronar a qualquer momento, pois as nossas iniciativas poderão ser ineficazes e ou prejudiciais. 


Há que se ter, então, uma compreensão muito clara de com o que estaremos nos defrontando para viabilizar, reestruturar ou otimizar uma iniciativa empreendedora, a definição de uma carreira profissional, o projeto de formação e educação dos filhos, os princípios e valores familiares etc. Tudo depende de um planejamento estratégico meticuloso e eficaz. Não há lugar para amadorismos.

A literatura nos  apresenta  inúmeros  projetos bem-
-sucedidos de transformação que demonstram como o conhecimento é essencial e impactante para a mudança de uma realidade. O uso estratégico do conhecimento é forte instrumento para orientar na resolução de problemas em diferentes áreas de atuação.


A coisa é séria; estes argumentos podem ser aplicados qualquer que seja a ideologia que norteie as posturas e ações de um indivíduo, ou de um partido político, de um governo, de uma religião, de uma família, de uma escola etc.


Muitas vezes, interpretamos a realidade de forma distorcida, o que, obviamente altera a nossa percepção da verdade. Pior é quando essa interpretação vem acompanhada de aspectos emocionais que facilitam a transformação dela em conhecimento no nosso cérebro. Daí para diante, poderemos tomar iniciativas fundadas em base falsa e controversa até em relação ao nosso próprio caráter.


Por oportuno, quando se trata de conhecer a realidade de uma pessoa, devemos saber ouvi-la atentamente e considerar os seus pontos de vista, as suas crenças e valores, mesmo que sejam diferentes das nossas, e tentar compreender suas vivências e seu sentido de vida.


Enfim, não podemos ignorar nem subestimar os problemas, desafios e obstáculos  que eventualmente encontraremos na utilização do conhecimento; eles devem ser enfrentados e superados se quisermos atingir as metas projetadas. 



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sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

MENSAGEM - COMPROMISSO MARCADO, COMPROMISSO CUMPRIDO

                       MENSAGEM DE ROBERTO GAMEIRO

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Há pessoas que nunca chegam nem cumprem compromissos na hora marcada. Você, talvez, conheça alguém assim; quando elas o fazem na hora marcada, todos até se surpreendem! Isso inclui, por óbvio, o cumprimento de prazos por parte dos professores em relação à escola e aos alunos. Professores que com frequência não cumprem os prazos combinados com os alunos e com a administração da escola, perdem a necessária confiança dos estudantes e provocam reações equivalentes, deseducando ao invés de educar, além de gerar atrasos na divulgação dos boletins de resultados nas datas aprazadas, o que pode parecer aos pais desorganização da escola; e isso vale para qualquer profissional que faça ou pretenda fazer parte de uma equipe.

























 

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sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

CONSCIENTIZAÇÃO E COMPAIXÃO BASTAM?


Pergunta, Problema, Acho Que, Pensamento


Roberto Gameiro


A verdadeira compaixão não significa apenas sentir a dor de outra pessoa, mas estar motivado a eliminá-la.


Noutro dia, uma amiga virtual, a quem eu respeito e  admiro muito o seu trabalho, pediu a minha opinião através do WhatsApp, a respeito da seguinte questão: “Será que podemos concluir que os jovens estão cada vez mais individualistas e alienados em relação aos problemas individuais, familiares e sociais, ou o tempo que gastam na Internet inclui consciência social e demais problemas que os envolvem?”. 


A proposição da amiga, acredito, surgiu após a leitura do meu artigo “Os jovens e a individualidade”, publicado no meu blogue em 19/04/20; você poderá ter acesso direto a ele, clicando em (Leia também) ao final deste texto.


Muito oportuna a pergunta sobre consciência social e problemas que envolvem os jovens, porque vivemos uma época que está a colocar dúvidas quanto a alguns conceitos que tínhamos a respeito dessa temática. É a partir desta parte da pergunta que foco este texto. 


Aqui está um questionamento que pode ser objeto de muita reflexão da nossa parte, com grau de abertura para inúmeras abordagens, numa diversidade que poderia eventualmente elevá-lo à categoria de pergunta-chave para a proposição de hipóteses em Dissertações e Teses. 


Afinal, diante das dores de outra pessoa, conscientização e compaixão bastam?


Por isso, delimito aqui a minha abordagem enfocando a palavra “consciência” e, consequentemente, a “conscientização”. Você notará que este artigo não esgotará o contido na questão, mas peço a sua compreensão devido à limitação de espaço neste tipo de texto. 


Valho-me, então, da metodologia “ver, pensar e agir” em relação a uma situação, a um fato.  A taxionomia de Bloom pode também ajudar no entendimento das fases. 


Neste ponto, é oportuno lembrar que a “Taxionomia de Objetivos Educacionais”, de Benjamin Bloom e outros, propõe capacidades cumulativas, quais sejam: conhecimento, compreensão, aplicação, análise, síntese e avaliação. Aqui, ficaremos apenas com as três primeiras que, nos parágrafos abaixo, apresentam-se em negrito. 


Nessa sequência, o “ver” poderia ser o “tomar conhecimento de”, inteirar-se acerca de” como primeiro e importante passo na elaboração de uma possível reflexão em relação à situação, ao fato; até porque não se pode pensar a respeito de algo, sem conhecê-lo a contento. 


Conhecido o objeto, segue-se o “pensar”, ou seja, o momento de abstração em que se procura chegar a uma compreensão do analisado. É a hora da reflexão que pode levar à conscientização. Essa conscientização do problema ou fato deveria levar à busca de ações que pudessem resolver ou pelo menos minimizá-lo. Entretanto, ouvimos falar muito de “conscientização dos jovens” como momento final de projetos; para-se na conscientização como objetivo final.


Não basta, portanto, levar os jovens seja presencialmente ou através da Internet, apenas à conscientização a respeito de uma situação-problema. É importante que o mesmo projeto contenha propostas de ações sobre ela, o que seria o “Agir” da proposta metodológica, ou seja, a aplicação do que foi conhecido, compreendido e conscientizado. 


Por analogia, podemos também nos ater à palavra “compaixão” como decorrência de um processo de conscientização. Daniel Goleman, autor do best seller “Inteligência Emocional”, caracteriza-a (a inteligência emocional) como a capacidade que um indivíduo tem de identificar os seus próprios sentimentos e os dos outros, de se motivar e de gerir bem as emoções internas e os relacionamentos. E escreveu que “A verdadeira compaixão não significa apenas sentir a dor de outra pessoa, mas estar motivado a eliminá-la”. 


Dalai Lama escreveu a respeito: “A verdadeira compaixão não consiste em sofrer pelo outro. Se ajudamos uma pessoa que sofre e nos deixamos invadir por seu sofrimento, é que somos ineficazes e estamos somente reforçando nosso ego.”.


O texto bíblico também nos ajuda: "Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a língua, mas por atos e em verdade."  I João, 3, 18


Estas reflexões valem também, por óbvio, para os adultos.


Muito a pensar, refletir e conversar com nossos filhos e alunos.


Publicado originalmente em 24/05/2020. Reeditado em 02/01/2025.


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sexta-feira, 29 de novembro de 2024

MENSAGEM - CUIDADO COM OS BAJULADORES!

                    MENSAGEM DE ROBERTO GAMEIRO

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Quando, no seu trabalho, você faz a gestão de uma colegiada e tem um subordinado que só faz dizer amém a tudo o que você fala ou propõe, sem jamais questionar ou acrescentar, e você sabe que vai ser sempre assim, tenha a certeza de que, para tomar decisões, das mais simples às mais complexas, você tem um voto confiável a menos na equipe. Por outro lado, há que se ter muito cuidado com os bajuladores. Não se pode confiar sempre neles. Alguns são "estratégicos"; podem trair a qualquer momento. O bajulador estratégico elogia no início e, quando consegue a sua confiança, começa a denegrir a sua imagem diante dos demais de forma gradativamente mais intensa, sob a pecha de ser "seu amigo". Geralmente, ele quer o cargo que você ocupa. Você já conheceu algum desses?

 

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sexta-feira, 1 de novembro de 2024

MENSAGEM - CRIANÇAS: TESOUROS VALIOSOS


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Nós, professores, somos seres privilegiados pois tratamos, diariamente, com os tesouros mais valiosos deste mundo: as crianças. Como é gratificante conviver com “serzinhos” tão especiais que chegaram num mundo que já existia e ao qual estão se abrindo, conhecendo, interagindo, sentindo-se parte e percebendo que podem intervir nele para torná-lo melhor.  O que dizer, então, dos pais que os geraram e têm a alegria, a emoção e a responsabilidade de os educar, formando-os para o bem e para valores morais e éticos. Cada uma delas vai crescendo e construindo um sentido para sua vida baseado nas suas vivências e nos ensinamentos vindos dos pais e da escola. Sentido de vida se constrói com base em sonhos; e as crianças os têm e muitos.

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sexta-feira, 25 de outubro de 2024

LEVANDO VANTAGEM EM TUDO?


Roberto Gameiro


Dois amigos reuniram-se numa tardezinha para uma “cervejinha”.


Um deles, notando  que  o  outro estava  com a barba por fazer, brincou com ele dizendo:


- Você  sabia  que  tombou  um  caminhão  ali na avenida Marginal carregado com giletes?


O amigo deu uma risadinha demonstrando que entendeu a “indireta” e justificou o porquê de não ter “feito a barba”.


Até aí, trata-se de um diálogo até corriqueiro e uma licença metafórica jocosa em que se faz uma comparação subjetiva para se referir a algo de forma indireta.


Mas, então, há que se perguntar: - qual é esse “algo” a que o diálogo está se referindo?


Resposta: o hábito de muitos brasileiros de saquear cargas de veículos acidentados.


O diálogo sugere que o amigo perdeu uma boa chance de obter giletes de graça. Não significa, porém, que esses personagens fariam isso.


As imagens desses saques correm o mundo e tornam-se triste e vergonhosa representação de falta de decoro e decência de alguns, que contamina a forma como o mundo vê o nosso país.


Essa é uma ação criminosa que se soma a inúmeras outras que, infelizmente, estamos acostumados a ver nos noticiários diários.


No ranking do “Índice Global da Paz” de 2024, divulgado recentemente pelo “Institute for Economics & Peace” (Instituto de Economia e Paz), os três países mais seguros do mundo são, na ordem decrescente, a Islândia, a Irlanda e a Áustria”. Nesses países, nenhum cidadão entenderia a indireta que o conteúdo inicial deste texto traz.


Nesse ranking, o Brasil está na vergonhosa 131ª posição. Igual à da pesquisa anterior.


Rui Barbosa, quando Senador, em dezembro de 1914, escreveu: “A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem: (...) semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, (...) promove a desonestidade, promove a venalidade (...)” E mais: “De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça; de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”.


Como se percebe, essa situação é antiga.


Os cidadãos virtuosos, honestos, honrados, idôneos, especialmente os que são pais e professores de crianças e adolescentes, estão se sentindo impotentes para enfrentar essa falta de vergonha que grassa pelo país afora. Os princípios e os valores saudáveis que devem reger a vida em sociedade estão sendo destruídos pela desonestidade e pela corrupção, desestimulando os indivíduos a lutar contra essas influências deteriorantes que trarão danos também às próximas gerações.


Há que se buscar a transformação desta sociedade, cada um de nós fazendo a sua parte, para consertar o estrago que já foi feito por esta e pelas gerações anteriores, com perseverança e muita resiliência. Assim, talvez um dia, possamos nos orgulhar, como povo, da virtude, da honradez, do decoro e da honestidade. Aqui dentro e pelo mundo afora.

 

“O negócio é levar vantagem em tudo. Certo?”


- ERRADO!!


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sexta-feira, 18 de outubro de 2024

MENSAGEM - O CIGARRO SOB A PERSPECTIVA DA LÓGICA


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O cigarro constitui um dos piores males deste século e do anterior. O uso do cigarro já foi moda e estilo de vida de muita gente incentivada por propagandas vistosas que relacionavam o sucesso pessoal e profissional ao uso do cigarro entre os dedos. Hoje, esse tipo de propaganda está proibido. Ainda bem. Todos sabemos que esse hábito é a causa de diversas doenças, entre elas o câncer de pulmão, o AVC (Acidente vascular cerebral), o diabetes, o DPOC (Doença pulmonar obstrutiva crônica), o infarto e as úlceras gástricas. Se todos sabemos disso, e de sobejo, por que muita gente está, neste momento, iniciando-se nesse hábito? Não é preciso colocar a mão no fogo para constatar que queima. É uma questão de lógica. Simples lógica. 

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sexta-feira, 27 de setembro de 2024

OPORTUNIDADES NÃO CAEM DO CÉU




Roberto Gameiro


O poeta e escritor português Fernando Pessoa, através do seu heterônimo Bernardo Soares, escreveu que é inútil viajar para a China se não saímos da bolha onde vivemos, ou seja, se não desembarcamos de nós mesmos.


Este  artigo  já  tem  a sua  versão  editada  e  ou  atualizada em PODCAST no SPOTIFY para sua comodidade ou para pessoas com deficiência. CLIQUE AQUI E OUÇA!


Há momentos na vida em que precisamos nos desvencilhar dos nossos pensamentos rotineiros para arejar a mente e produzir novas percepções que nos levem a navegar por novas possibilidades, novas iniciativas, novos patamares e paradigmas.


Em outras palavras, devemos nos dar a chance de desembarcar momentaneamente de nós mesmos, e, após um período de reflexão intensa e corajosa, embarcar novamente em nós mesmos, porém, renovados, preparados e prontos para novas jornadas.


José Saramago (1922-2010) escreveu: "É preciso sair da ilha para ver a ilha. Não nos vemos se não sairmos de nós.".


A vida nos proporciona algumas dessas oportunidades, embora nem sempre as reconheçamos e as aproveitemos. São, por exemplo, aqueles momentos em que “o trenzinho" (da oportunidade) passa e ficamos na dúvida se devemos embarcar nele, ou não, sabendo que ele poderá não passar outra vez.


Nessas horas, somos tomados por sentimentos de esperança e de alegria, ao tempo em que nos sufoca uma certa angústia, um certo medo de errar e nos arrependermos.


Isso ocorre na vida tanto nos aspectos profissionais como nos pessoais. Porém, sabemos que as mudanças de rumo profissionais afetam as pessoais e vice-versa.


Quantas pessoas há que lamentam não terem aproveitado oportunidades que tiveram na vida; quantas lamentam o contrário. E sempre é bom lembrar que oportunidades não “caem do céu” ou por sorte; elas surgem, ou não, fruto de nossas posturas, ações, buscas e investimentos.


Portanto, estejamos sempre preparados, pois já se disse que sorte é o que acontece quando a preparação encontra a oportunidade.


Não há receita nem fórmula matemática para essas tomadas de decisão. Entretanto, nessas ocasiões, devemos apelar para o bom senso, para o aconselhamento e para a reflexão intensa, criteriosa e corajosa.


Tanto para o sim, como para o não.


Érico Veríssimo (1905-1975), escritor brasileiro, escreveu: "Quando os ventos da mudança sopram, algumas pessoas levantam barreiras, outras constroem moinhos de vento.".


Publicado originalmente em 08/09/17


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sexta-feira, 6 de setembro de 2024

MENSAGEM - NEM TUDO É TRIGO; NEM TUDO É JOIO

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Você já teve nas mãos uma espiga de trigo e uma de joio quando pequenas? São quase iguais. Até o cheiro de ambas é semelhante. Porém, enquanto vão amadurecendo, o trigo frutifica pleno de sementes e o joio vai ficando disforme sem nada produzir. Também as pessoas ao longo da vida passam por transformações que as distanciam umas das outras. Umas seguem o caminho correto da dignidade, da verdade, da honestidade, enquanto outras enveredam por trilhas obscuras, por posturas e ações tóxicas e incorretamente éticas. E pensar que quando crianças eram tão parecidas: na graça, na aparência, na inocência, na ingenuidade, na naturalidade e até nos cheiros.
 

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sexta-feira, 30 de agosto de 2024

OS JOVENS E A INDIVIDUALIDADE


Roberto Gameiro


O que é motivo de riso para alguns, pode ser motivo de preocupação para tantos outros.


Este artigo já tem a sua versão editada e ou atualizada em PODCAST no SPOTIFY para sua comodidade ou para pessoas com deficiência. CLIQUE AQUI E OUÇA!


Billy Blanco (1924-2011), músico, compositor e escritor brasileiro, escreveu na sua composição musical “Canto Chorado”: “O que dá pra rir dá pra chorar. Questão só de peso e medida. Problema de hora e lugar...”


Noutro dia, recebi pelo WhatsApp uma charge com duas imagens. Na de cima, uma mãe, em 1996, puxando o filho para dentro de casa, tirando-o das brincadeiras de rua com seus amigos (provavelmente porque ele ficava muito tempo brincando na rua). Na imagem de baixo, uma mãe, em 2016, puxando o filho ("pendurado" num celular) para fora de casa (provavelmente, para ele brincar com seus amigos na rua). 


A charge é, geralmente, uma representação caricatural em que se satiriza um fato específico. E, também geralmente, rimos das mensagens propaladas.


Entretanto, o que é motivo de riso para alguns, pode ser motivo de preocupação para tantos outros, neste caso principalmente para os pais e os professores. 


Com efeito, a charge focada traz à tona uma das situações mais preocupantes em relação ao processo de formação das crianças e dos adolescentes hoje em dia. Os jovens estão se recolhendo para o campo da individualidade em detrimento das relações interpessoais com seus amigos e amigas, quando os têm. No afã de conseguir cada vez mais amigos virtuais, negligenciam a conquista, a manutenção e mesmo a cativação dos verdadeiros amigos da “vida real”. 


Mas convém lembrar que não são apenas os pais que dizem que os filhos ficam muito tempo no celular. Também filhos reclamam que pais não dão tanta atenção a eles quanto dão à telinha do celular ou do computador. 


E quando há esse “embate” todos perdem. Perdem os pais, os filhos, os familiares, os amigos e a relação social como um todo; o somatório das individualidades não tem resultado numa “sociedade”, entendendo-se sociedade como um “conjunto de pessoas que vivem em certa faixa de tempo e de espaço, seguindo normas comuns, e que são unidas pelo sentimento de consciência do grupo”. (Dicionário Aurélio versão 7.0)


Estudos e pesquisas no Brasil e alhures demonstram que há uma relação preocupante entre o maior tempo de uso diário de celulares e o menor aproveitamento escolar dos adolescentes; há os que ponderam que eles usam os dispositivos mais para o lazer e menos para os conteúdos escolares.


Boa reflexão para pais, filhos e professores.


Artigo publicado no jornal "O Popular" de Goiânia em 17/04/20 sob o título "Jovens e a individualidade" e na revista "Nova Família" em 20/04/20.


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Roberto Gameiro é Mestre em Administração com ênfase em gestão estratégica de organizações, marketing e competitividade; habilitado em Pedagogia (Administração e Supervisão); licenciado em Letras; pós-graduado (lato sensu) em Avaliação Educacional  e em Design Instrucional. Contato: textocontextopretexto@uol.com.br

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sexta-feira, 26 de julho de 2024

MENSAGEM - "ERRAR É HUMANO; PERSISTIR NO ERRO É BURRICE"


                          MENSAGEM DE ROBERTO GAMEIRO

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“Errar é humano; persistir no erro é burrice”. Há os que erram por ignorância, ou por teimosia, ou por soberba, e nem sempre conseguem reconhecer as implicações dos seus erros. Há os que erram nas melhores intenções, corrigem--se e seguem em frente. Às vezes, inventam-se mentiras para justificar um erro. Mas “mentira tem pernas curtas”, já diz outro ditado popular; cedo ou tarde, a verdade prevalecerá. Portanto, devemos sempre aprender com os nossos erros, assumindo-os e evitando ficar na defensiva ou procurar culpados ou justificativas para autoproteção. Quem assume os próprios erros e trabalha para não os repetir, cresce em sabedoria como ser humano e em competência como profissional.

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sexta-feira, 19 de julho de 2024

A SERENIDADE COMO PONTO DE EQUILÍBRIO

Roberto Gameiro

Noutro dia, encontrei, numa postagem no Facebook, a seguinte afirmação: “O bom de conversar com pessoas inteligentes é que você pode discordar sem correr o risco de virar inimigo ou ficar de mal.”. Procurei, mas não consegui encontrar a autoria.

Nessa frase, entendo que poderíamos trocar a palavra “inteligentes” por “bem-educados” e o sentido continuaria o mesmo. 

Sob essa premissa, ou seja, a de que estamos conversando com uma pessoa bem-educada, o diálogo flui de forma respeitosa e construtiva, o que constitui característica de maturidade cognitiva e emocional de ambas as partes. 

Dessa forma, todos ensinam e todos aprendem reciprocamente, enriquecendo-se intelectualmente. Todos ganham e o relacionamento se fortalece.

Neste mundo atual em que os relacionamentos estão pautados por ideologias   extremamente discrepantes, em segmentos significativos da população, todo e qualquer empenho para trazer a serenidade para o centro das atenções dialogais, sejam pessoais, sejam nos grupos, ou, especialmente, entre nações, é condição primeira para o início de um entendimento produtivo.

A serenidade constitui, nestes casos, um “saber ouvir o outro” com atenção e respeito, procurando entender seus argumentos, mesmo que não concordemos com eles por termos pontos de vista divergentes, e tentar encontrar opções que possam atender e conciliar essas diferenças.

No campo diplomático das relações entre nações, na divergência, há que se procurar interesses comuns que, de forma corretamente ética, possam constituir pontes que levem à solução de conflitos.

E nos relacionamentos pessoais, idem, assim como nos grupos. Cada indivíduo tem visões e  perspectivas   de  mundo   personalíssimas  e  as  aplica  e  defende.          Sendo bem-
-educado e ou inteligente, espera-se que desenvolva um diálogo em que posições divergentes poderão ser enfocadas construtivamente.

Afinal, a diversidade de opiniões é essencial para o progresso e para o entendimento mútuo, e a serenidade é o ponto de equilíbrio para a discussão de qualquer conflito.

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